Bem vindo!

A resposta é: Sim! mas...

Viver em condomínio é um "exercício de cidadania" e como em qualquer sociedade se existem direitos em contra partida existem os deveres, por isso o ideal é que o condomínio tenha em sua convenção ou regimento interno as regras bem elaboradas, também o bom senso de todos e cuidados básicos por parte dos proprietários de animais contribuem  para um convívio harmonioso. O que não é possível é proibir,  mesmo que esteja na convenção ou regimento.

Higiene

  • Sempre limpar os dejetos do animal nas áreas comuns do condomínio.
  • Urina deixa odores desagradáveis e fezes parecem ter ímã para sapatos.
  • Nada de chamar um funcionário do condomínio para limpar os dejetos do seu cachorro, é dever do tutor deixar o local limpo, como encontrou.

Vacinação em dia!

A vacinação é, possivelmente, uma das principais responsabilidades que um dono adquire quando adota ou compra um animal. No entanto, em algumas ocasiões, surgem algumas dificuldades por não se ter muita clareza sobre a tabela ou o calendário de vacinação para cães.

 Usar guia

Não esqueça de por seu cão na guia ao sair de sua unidade e transitar dentro do condomínio, algumas pessoas tem medo de cães. Além de contribuir para prevenir qualquer incidente, também irá mostrar seu respeito às normas e aos demais moradores.

Sugestões de regras para animais em condomínios

  • O animal não deve oferecer riscos à saúde:
    • Deve ter uma carteirinha de vacinação e estar com as vacinas sempre em dia;
    • Se estiver com alguma doença contagiosa, não deve circular no condomínio – até mesmo para que não contamine outros animais;
  • O Animal não deve oferecer riscos à segurança dos demais moradores e animais:
    • Se for bravo, usar focinheira enquanto circula dentro do condomínio, no trajeto do apartamento até a rua;
    • Quando passear nas áreas comuns deve ser conduzido com guia curta;
    • Em alguns estados, raças consideradas perigosas, como rottweilers, pitbulls, dobermans, e filas brasileiros devem usar focinheiras – a obrigatoriedade vale também para dentro do condomínio;
  • O animal não deve trazer problemas quanto à higiene do condomínio
    • (não fazer as necessidades nas áreas comuns e, no apartamento, cuidar para que um possível mau cheiro não ultrapasse a porta da rua e invada o hall social ou os outros apartamentos.
    • O morador deve manter, ainda, a porta do seu apartamento sempre fechada, para evitar fuga do animal ou a saída de “bolos de pêlo” para a área comum);
    • Lugar de passeio é na rua ou praças do bairro, não no jardim, playground ou na garagem. Estes locais não são toalete dos cães e gatos. Mas, caso aconteça, por favor recolha os dejetos do seu bichinho
  • O animal não deve perturbar o sossego dos demais moradores 
    • (ex.: cães “latidores”). Nesse quesito, vale salientar que, em se tratando de um cão que late, a lei do silêncio deve ser respeitada. Ou seja, ele pode latir moderadamente entre 8h e 22h.
    • Assim como as pessoas fazem barulhos normais durante o dia (como andar no apartamento, ligar a TV, ouvir som, brincar, falar, dentre outros) o animal também tem o direito de fazer “barulhos normais”, afinal ele é um ser vivo que se movimenta e emite sons.  O que não pode é perturbar o sossego dos outros moradores. Em caso de cães que latem muito e de forma constante deve ser observado o caso concreto e utilizar o bom senso para uma melhor solução.
  • Questões de ética e bom senso
    • Estando com seu animal no elevador, sempre opte pelo "de serviço". Nesse ambiente, sempre dê preferência a quem não está confortável com a presença ele. Em casos assim, deixe a pessoa tomar o elevador sozinha;
    • Escolher o animal que vai morar em um apartamento exige, antes de tudo, bom senso. Por isso, evite animais grandes e/ou muito barulhentos;
    • Evitar  levar animais em ambientes como área de Piscinas, salões de festa ou qualquer outro;
    • Se for viajar ou ficar muito tempo fora de casa não deixe o animal trancado no apartamento;
    • Animais exóticos como iguanas, aranhas e cobras podem ser incompatíveis com a vida em condomínio;

É importante lembrar que o animal hoje faz parte de muitas famílias, e é um grande amigo e companhia para nós, humanos.

Obrigar um dono a se desfazer do seu animal significa obrigá-lo a doar ou “jogar fora” um amigo, um ente familiar, um ser vivo pelo qual se nutre amor, e isso atenta contra a dignidade da pessoa humana.

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